O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que considera um ato de “traição” a afirmação de que o país não está “vencendo” a guerra contra o Irã. A declaração foi feita durante um discurso em The Villages, na Flórida, na última sexta-feira (1º), em um momento em que o próprio presidente havia informado anteriormente ao Congresso que as hostilidades com o país persa haviam “terminado”.
Críticas à “esquerda radical”
Durante seu pronunciamento, Trump direcionou críticas àqueles que, segundo ele, pertencem à “esquerda radical”, acusando-os de propagar a narrativa de que os Estados Unidos não estão obtendo sucesso no conflito. “Fazemos a esquerda radical dizer: ‘Não estamos vencendo, não estamos vencendo.’ Eles não têm mais nenhum poder militar. É inacreditável. Na verdade, na verdade, eu acredito que é traição, ok. Quer saber a verdade? É traição,” afirmou o presidente.
Comparações e cautela sobre a vitória
Trump fez uma comparação com a rápida ação militar na Venezuela em janeiro, que ele descreveu como “um dos maiores movimentos militares da história”. No entanto, ao abordar a situação com o Irã, o presidente demonstrou cautela, afirmando que não gosta de falar sobre vitória “até que o trabalho esteja concluído”, apesar de não reconhecer as diferenças contextuais entre os dois cenários.
“Estamos indo quase tão bem quanto no Irã. Mas eu não gosto de falar sobre isso até que o trabalho esteja concluído,” disse Trump, sem detalhar os progressos ou desafios específicos em relação ao Irã.
Afirmações sobre a marinha iraniana e bloqueio
O presidente americano tem reiterado suas afirmações de que os Estados Unidos teriam destruído a marinha iraniana. Trump também destacou o que chamou de “gênio” do bloqueio imposto pelos EUA a navios que entram e saem dos portos iranianos. Contudo, a matéria base ressalta que, apesar dessas ações, o Irã ainda mantém influência sobre o estratégico Estreito de Ormuz.
Fonte: CNN BRASIL


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