O coordenador de goleiros da Seleção Brasileira, Cláudio Taffarel, detalhou os motivos que levaram à escolha de Weverton, do Grêmio, como o terceiro goleiro para a Copa do Mundo de 2026. A justificativa pública ocorreu em uma zona mista com a comitiva brasileira, logo após a divulgação da lista de convocados pelo técnico Carlo Ancelotti.
Prioridade inicial e mudança de planos
Taffarel revelou que a intenção inicial da comissão técnica era convocar um goleiro mais jovem, visando a construção de um futuro para a Seleção. “Talvez tenhamos deixado de lado a projeção, que eu gosto mais, trazendo aqui um jovem que um amanhã vai estar aqui dando continuidade após a Copa do Mundo”, explicou o ex-goleiro.
No entanto, a situação mudou devido a imprevistos com outros jogadores. “Infelizmente, devido aos acontecimentos com o Alisson e com o Ederson, a gente optou por trazer uma experiência”, declarou Taffarel, indicando que problemas enfrentados pelos outros goleiros convocados influenciaram a decisão final.
O peso da experiência e do histórico
O histórico de Weverton com a camisa da Seleção Brasileira foi apontado como um fator crucial para a sua convocação. O goleiro acumula mais de 50 convocações e já disputou mais de 10 partidas com a equipe nacional, além de ter participado de diversas competições importantes.
Essa bagagem e vivência em momentos decisivos foram determinantes para a comissão técnica. “Isso nos dá essa tranquilidade que a gente estava buscando”, concluiu Taffarel, reforçando que a experiência do goleiro do Grêmio é vista como um diferencial para o grupo que se prepara para o mundial.
Fonte: CNN BRASIL










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