O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou neste domingo (3) os planos do país para a aquisição de novos esquadrões de caças avançados fabricados nos Estados Unidos. Segundo Netanyahu, o acordo visa a reforçar a “superioridade aérea esmagadora” de Israel.
Detalhes da Aquisição e Fabricantes
Os novos esquadrões militares serão compostos por aeronaves de combate dos modelos F-35 e F-15IA. Estes caças são produzidos, respectivamente, pelas renomadas empresas aeroespaciais americanas Lockheed Martin e Boeing.
Investimento Bilionário e Justificativas Estratégicas
O valor total do acordo está estimado em bilhões de dólares. O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, destacou que as “lições operacionais da campanha contra o Irã” exigem a aceleração do fortalecimento das forças armadas. “Nossa missão é clara: permanecer à frente de nossos inimigos”, afirmou Katz.
A aquisição, que já foi aprovada pelo Comitê Ministerial de Aquisições de Israel, representa o primeiro passo de um plano de defesa abrangente. Este plano prevê um investimento total de 350 bilhões de shekels, o equivalente a aproximadamente US$ 119 bilhões, com o objetivo central de consolidar a superioridade aérea do país.
Produção Nacional e Desenvolvimento de Aeronaves
Benjamin Netanyahu ressaltou que uma parcela significativa deste orçamento ampliado de defesa será direcionada para a produção de munições dentro de Israel. Essa estratégia visa a reduzir a dependência do país em relação a fornecedores estrangeiros. Além disso, o primeiro-ministro indicou que Israel também investirá no desenvolvimento de aeronaves “inovadoras”.
Combate à Ameaça de Drones
Abordando a questão da segurança, Netanyahu mencionou a ameaça representada por drones, especialmente no sul do Líbano e no norte de Israel. Ele informou ter ordenado a implementação de um “projeto especial” para combater essa ameaça específica. No entanto, o primeiro-ministro alertou que a solução para este problema “levará tempo”, mas garantiu que o governo está trabalhando ativamente na questão.
Fonte: CNN BRASIL


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