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Casa Branca associada à ‘Ilha de Epstein’ em identificação de chamadas

O jornal The Washington Post noticiou que o número de telefone oficial da Casa Branca foi brevemente identificado como ‘Ilha de Epstein’ em dispositivos Android durante chamadas realizadas por repórteres. O incidente ocorreu quando a seção de estilo do jornal tentou contatar a residência presidencial para obter informações sobre o vestido usado por Melania Trump em um evento com primeiras-damas.

De acordo com a publicação, ao discar para a Casa Branca, alguns celulares Android exibiram a identificação do telefone como ‘Ilha de Epstein’. A referência é ao financista Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais e cuja relação com o ex-presidente Donald Trump gerou controvérsia. Em iPhones, nenhuma identificação incomum foi exibida.

O Google se manifestou sobre o ocorrido, explicando que uma edição fraudulenta no Google Maps foi temporariamente incorporada ao sistema de identificação de chamadas de alguns dispositivos Android. A empresa afirmou ter revertido a alteração e bloqueado o usuário responsável por violar as políticas da plataforma. Após a correção, as ligações voltaram a exibir apenas o número da Casa Branca, sem qualquer nome associado.

Um funcionário da Casa Branca, que preferiu não se identificar, declarou ao Washington Post que a identificação exibida nos aparelhos é externa e não reflete os sistemas internos da instituição. A conexão entre Trump e Epstein remonta aos anos 1990, quando Trump descreveu Epstein como uma pessoa “divertida” que gostava de mulheres jovens. Esses comentários ganharam nova atenção após as acusações contra Epstein. Trump alega que sua relação com Epstein terminou em meados dos anos 2000, antes das investigações criminais contra o financista ganharem destaque.

Documentos divulgados em dezembro de 2025 incluíram menções a Trump em relação a uma denúncia de abuso sexual contra uma menor de idade, supostamente ocorrido em Nova Jersey há mais de 30 anos. Trump nega qualquer envolvimento em crimes e afirma desconhecer as irregularidades cometidas por Epstein, classificando as acusações como parte de uma conspiração contra ele. Epstein foi preso em 2019 sob a acusação de comandar um esquema de tráfico sexual envolvendo menores e faleceu no mesmo ano em uma prisão federal em Nova York, em circunstâncias oficialmente consideradas suicídio. O caso continua a gerar debates e repercussões políticas.